Completamente contemplado, nem em cima e nem por baixo, no meio, mas não como você pensou, é como a água do aquário, esta permeada sobre tudo, quando faz falta, faz se sentir saudade, é tão quanto a sua realidade, que só faz falta quando se perde. Pederneira e isqueiro, para achar o caminho mal iluminado, para não ser um pareô viver, para não se morrer, em vão, cantigas de ninar para consolar, o travesseiro ao qual não se põem mais a cabeça, porque pelo tempo, agora não para em casa, só nos lugares, de canto encanto, sim encantado, pelo vislumbre que se tem da mentira, sorri o alienado, gargalha o afogado e idolatra-se o mal intencionado, te adorno, é adorno, usei como aparato, de salto em salto, fugi, só para contar para eu mesmo que não menti e acreditei, chorei, porque sabia a verdade, liberdade. Não vai dizer que não sabia, havia muitas evidencias todas elas de carência, quando se tentava dormir, pode ter até vontade de sumir, mas o nada também se acha, ora que arrogante, te confundi? Só mais uma das minhas traquinagens, máquina, maquina e maquiagem, para iludir um pouco seduzir talvez, ser o bobo da corte de vez, não, dessa vez você e eu também rimos da piada e é recíproca e somos alegres, não estamos com febre, mas deliramos em conjunto, conjuminei e amei, agora escrevo nem tudo que é real, com palavras lúdicas, fiz você viajar e chegar até aqui, só quis no seu pensamento entrar e fazer você voar, por um caminho menos duro de trilhar, aprendeu agora e não agonia, as palavras se envolvem com sabedoria, imergiu no profundo no mar, respiramos o mesmo ar, se perdeu comigo, do que estávamos a falar?

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